Cabelos Cacheados: Assumindo o Meu Eu com Muito Amor

Cabelos Cacheados: Assumindo o Meu Eu com Muito Amor

cabelos cacheados

Quando pequena eu lembro de receber muitos elogios por ter um cabelo cacheado, de anjinho mesmo, um verdadeiro presente da natureza. Com o passar dos anos, o mesmo cabelo foi ficando estranho (o presente da natureza virou um problema) e eu não conseguia lidar muito bem. Ninguém na minha família tinha cabelos cacheados e eu não sabia arrumar, nem passava creme para pentear, apenas escovava e usava uma tiara ou uma faixa de cabelo para não me atrapalhar.

Algumas vezes a minha mãe ajudava prendendo os meus cabelos com uma chuquinha bem alta, um penteado estilo anos 80, ou então fazia um penteado com aquelas piranhas coloridas em formato de borboleta e flor.

Durante a adolescência, aprendi também alguns truques com amigas que também tinham cabelos cacheados como usar creme para pentear. Por outro lado, também passei por uma fase de muita insegurança e comecei a fazer escovas no cabeleireiro, além de comprar uma chapinha para poder domar a juba sem precisar ir ao salão.

Acontece que quando eu alisava meu cabelo, eu me sentia muito mais bonita. O maior problema desta história é que comecei a achar que alisar o cabelo fosse a norma. Quando vi, estava na faculdade e continuei fazendo escovas, algumas fixas, com formol, e me achando linda.

Hoje eu percebo o quanto eu diminui a minha própria natureza. Enquanto eu deveria assumir os meus cachos, cuidar de mim para ser e ficar mais próxima de mim, eu fazia tratamentos para ser outra pessoa. Eu queria ser uma menina de cabelos lisos…

Assuma o seu cabelo, do jeito que ele é e não deixe outras pessoas fazerem você pensar que está errado não conseguir domar os seus cabelos por nenhum motivo – seja o ambiente de trabalho, uma festa, ou qualquer situação. Assumir quem você é e fortalecer o que você recebeu da natureza é o melhor presente que você pode dar para si mesma.

Dicas Para Você Assumir Os Seus Cachos:

Este ano andei fazendo ‘pesquisa’ para melhorar os meus cachos e eis algumas das minhas descobertas que espero que possam ajudar você ou quem sabe uma amiga sua:

  1. Existem vários tipos de cachos: assim como sutiã, que tem número de bojo e largura, os cachos também são classificados em números (2b, 3c etc…). Saber o número do seu cacho vai ajudá-la na hora de escolher qual o melhor produto e procedimentos para cuidar;
  2. Evite fazer escova ou procedimentos que machuquem o seu cabelo: chapinha, escova e o calor vão matar os seus cachos, vão fazer eles cantarem killing me softly.
  3. Hidratar é muito IMPORTANTE: fazer uma hidratação pesada pelo menos uma vez de semana é uma ótima ideia e fará seus cabelos se sentirem muito felizes.
  4. Invista em creme para pentear e leave-in. Estes dois produtinhos mágicos farão toda a diferença. Não compre em supermercado, e sim em lojas especializadas!
  5. Por último, seque os cabelos das pontas para a raiz, apertando as mechinhas com a palma da mão. Utilize papel toalha para fazer isso, ao invés da toalha normal, para evitar o frizz.

Enfim, estas são algumas dicas e experiências próprias. Espero que tenha ajudado 🙂

Isabel Pesce, as vítimas do seu caso somos nós

Há alguns dias o blogueiro Izzy Nobre postou um texto contestando a empreendedora Bel Pesce. Já fazem alguns anos que eu li o primeiro livro dela, e a chamada do blog post do Izzy me interessou porque em mais de um momento pessoas haviam me falado que desconfiavam da Isabel Pesce. Geralmente estas pessoas eram do ramo de empreendedorismo ou haviam alcançado algum sucesso profissional. Bizarro, não?

Izzy verificou cada um dos marcos da figura Bel Pesce. O resultado? Nada legal como podemos perceber na Internet…

A Bel é uma empreendedora que fundou empresas e estudou em uma das melhores universidades do mundo. Ela voltou ao Brasil com o intuito de difundir a cultura empreendedora através do ensino ao Brasil, que por acaso já é um dos países mais empreendedores do mundo.

Isso se chama aproveitar a ondaaa – como muitas escolas de criatividade e empreendedorismo fazem de forma descarada e muita gente LITERALMENTE PAGA para ver.

Não vejo problema nas intenções da Bel Pesce. Eu até acho legal ver uma mulher jovem se posicionando no meio deste mundo predominantemente masculino, mostrando que dá para realizar o sonho de abrir o próprio negócio. Isabel Pesce não é mais uma ‘daquelas youtubers’ que falam sobre maquiagem, moda e cabelos. É uma figura motivacional do mundo de negócios para pessoas leigas no assunto, pois para quem busca um pouco mais de profundidade com certeza irá um pouco – bastante – mais além do que os livros e conteúdos abordados por ela.

Não dá para desmerecer a legião de fãs que a Bel conquistou, nem a sua energia e forma de enxergar a vida. MAS NÃO DÁ PARA DEIXAR PASSAR DESPERCEBIDA esta crise de imagem pela qual ela está passando – que foi causada por ela mesma, por não saber se posicionar de forma clara para a mídia, e ainda não sabendo como sair da crise, deixou esta zona acinzentada ao seu redor ficar ainda mais turva… Algumas coisas são preto no branco – certificados, negócios fechados, receita, prejuízo. Lidar de forma artística com estas coisas, ou sei lá, de forma subjetiva, não funciona e o caso da Bel comprova isso, principalmente pelo que está acontecendo nas redes sociais – milhares de comentários, reações negativas…. enfim! Que dor no coração deve estar sendo isso para ela :S

Lendo alguns dos textos e assistindo até um vídeo do Izzy, senti um tom de arrogância jornalística por parte dele ao falar da jovem empreendedora; um tom que é desnecessário, mas devidas as circunstâncias, fica fácil de entender, pois alguém que se estabelece na Internet através da verdade, deve ficar emputecido quando alguém ousa, através da mentira, conquistar fãs, não é mesmo?

De qualquer forma, Izzy prova, através da simples verificação de alguns fatos, que a Pesce não é boa parte das coisas que alegava ser: não fundou empresas no exterior, não tem cinco diplomas (apenas dois), e por aí vai… Em seguida, diversas EDIÇÕES de páginas (de editar notícias antigas mesmo) ocorreram na WORLD WIDE WEB, em que jornais, até mesmo sites de empresas onde a Isabel Pesce trabalhou, mostrando a VERDADEIRA ISABEL PESCE e não a figura folclórica que até então acreditávamos existir no meio de nós. A salvação, abençoada empreendedora que veio de bem longe, da terra da fantasia onde está o Google, Facebook, Microsoft… iluminar a todos os brasileiros com o seu conhecimento. Porque é exatamente disso que os jovens brasileiros precisavam – de mais um sucesso jovem, só para os nossos pais e familiares jogarem na nossa cara o quanto podíamos e deveríamos nos esforçar mais!

O Verdadeiro Problema

Figuras públicas erram e se quiserem, podem muito bem encobrir fatos ou florear a verdade. São humanos. Gente como a gente. O problema está na facilidade com que caímos na ladainha da mídia ou na labia das pessoas. Muitas vezes a verdade é real demais e isso infelizmente NÃO DÁ IBOPE 🙁

Da mesma maneira que o Izzy desmistificou Isabel Pesce, poderíamos desmistificar diversas musas fitness do Instagram, Youtubers, atores, atrizes etc. Ou você realmente acredita que a modelo que publica fotos maravilhosas no Instagram sempre aparenta ser assim, é extremamente feliz e não deve sofrer de nenhum problema físico-mental?

Enquanto vivemos dentro de nossas bolhas individuais dentro da rede, aceitamos as coisas como elas chegam para nós, sem questionar. Eu mesma nunca tinha ido atrás das fontes para verificar a história da Bel Pesce enquanto fã (eu mesma já contribui para a sua monetização, visualizando vídeos muito LEGAIS no Youtube dela).

A realidade muitas vezes não é o suficiente para conseguir uma legião de fãs – em alguns casos sim – mas na grande maioria, o que as pessoas querem ver é floreado mesmo, a grama verde. Bel Pesce mentiu E NÓS SOMOS AS VÍTIMAS porque simplesmente deixamos este tipo de coisa passar como tantas outras coisas.

Os melhores filmes de moda dos últimos tempos

O Fashion Business é carregado de histórias e personalidades icônicas. Mais interessante do que os últimos lançamentos das grandes marcas, são os bastidores do mundo da moda. Desde a criação e design das peças até o shipping e entrega ao consumidor, há diversas etapas que se entrelaçam e finalizam em um momento final: a comercialização.

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Os filmes mostram as personalidades do mundo da moda, como se dão as trocas de poder e influência. Como funciona a organização das classes: como estas classes são interdependentes umas das outras e no fim, como a moda depende da criatividade.

Criatividade não apenas na criação de peças, mas na comercialização (marketing) e na fabricação mesmo, como tornar todo este processo cada vez mais sustentável para todas as partes. Por outro lado, podemos perceber como o consumismo é um grande fator para fazer esta roda girar – e como muitas vezes esquecemos que uma simples peça de roupa tem por trás tanta história para contar.

Lista dos melhores filmes de moda, na minha opinião:

The Director

Documentário

The Director é o retrato da Diretora de criação italiana da Gucci, Frida Giannini. Frida foi uma das únicas mulheres a liderar uma grande empresa de moda. Também foi responsável por trazer grande sucesso comercial para a casa de moda icônica Gucci através da sua criatividade e inspiração, distanciando a Gucci de um período ruim economicamente. O filme é produção de James Franco, com quem Giannini iniciou um relacionamento profissional ao trazê-lo para ser garoto-propaganda da marca.

 

 

The Intern

Filme – Drama

Este filme incrível traz a história de Jules Ostin (Anne Hathaway), a fundadora e CEO de uma empresa de moda ecommerce. Na trama, Robert De Niro atua como Ben Whittaker, estagiário idoso de Jules, que volta ao mercado de trabalho em um período totalmente diferente da sua época – mais conectado e tecnológico – porém acaba conseguindo dar a volta por cima.

 

Iris Apfel

Documentário

Documentário inspirador sobre a ícone da moda Iris Apfel, que abraça a vida com imaginação e combinações de moda inusitadas. Iris conta um pouco da sua história, através de seus óculos e acessórios coloridos.

I don’t have any rules because I would be constantly breaking them, which would be a waste of time

Iris Apfel

 

The Devil Wears Prada

Filme – Drama

Adaptação do livro escrito por Lauren Weisberger. O filme conta a história de Andrea Sachs (Anne Hathaway), uma jovem que acabou de sair da faculdade e conseguiu emprego como assistente de uma poderosa editora chamada Miranda Priestly (Meryl Streep), da revista “Runaway”. O filme retrata como a resiliência é um ingrediente importante para a mudança, dentro do mundo corporativo.

The September Issue

Documentário

A edição de setembro da Vogue é mais importante de todo o ano. Este filme apresenta, em formato de documentário, a concepção e produção da edição da Vogue de setembro de 2007. Grace Coddington, Diretora Criativa da Vogue, e Anna Wintour, Editora Chefe da revista, são as principais pessoas por trás do desenvolvimento e curadoria do conteúdo da revista. Abaixo, uma série da Vogue – 73 questões para Anna Wintour:

The True Cost

Documentário

Este documentário tem o objetivo de mostrar a história não contada por trás da fabricação das roupas fast-fashion. Para que nós, ocidentais, possamos ‘desfrutar’ de tantas peças de moda a um preço tão acessível, há um custo a se pagar que envolve mão-de-obra escrava e condições de trabalho muito ruins. Muitas das quais nem passam pela cabeça do consumidor. Filmado em diferentes países ao redor do mundo, o filme mostra a crueldade por trás da cadeia-de-abastecimento para que um jeans custe apenas $15 no ponto-de-venda.

Coco Before Chanel

Filme – Biografia

Quando criança Gabrielle (Audrey Tautou) é deixada, junto com a irmã Adrienne (Marie Gillain), em um orfanato. Ao crescer ela divide seu tempo como cantora de cabaré e costureira, fazendo bainha nos fundos da alfaiataria de uma pequena cidade. Até que ela recebe o apoio de Étienne Balsan (Benoît Poelvoorde), que passa a ser seu protetor. Recusando-se a ser a esposa de alguém, até mesmo de seu amado Arthur Capel (Alessandro Nivola), ela revoluciona a moda ao passar a se vestir costumeiramente com as roupas de homem, abolindo os espartilhos e adereços exagerados típicos da época.

Yves Saint Lauren

Filme – Biografia

Paris, 1957. Com apenas 21 anos, Yves Saint-Laurent (Pierre Niney) é chamado para cuidar do futuro da prestigiosa grife de alta costura fundada por Christian Dior – falecido recentemente. Depois de seu primeiro desfile triunfal, ele vai conhecer Pierre Bergé (Guillaume Gallienne) e este encontro irá abalar sua vida. Amantes e parceiros de trabalho, os dois se associam a fim de criar a grife Yves Saint Laurent. Apesar de suas obsessões e demônios interiores, Saint Laurent irá revolucionar a moda.

Os melhores bancos de imagens grátis da Internet

Descubra quais os melhores bancos de imagens e ferramentas para criar e publicar imagens incríveis nos seus canais online.

Para aumentar o engajamento com as suas postagens na Internet, algo que é extremamente necessário é a imagem. Um texto sem imagem pode rapidamente desviar a atenção de visitantes do seu site ou blog post e te fazer perder acessos sem motivo aparente. Neste post, apresento alguns dos melhores bancos de imagens (gratuitos) e ferramentas para facilitar este processo.

Imagina acessar o Facebook sem imagens, vídeos ou gifs? Pense em qual o formato que chama mais atenção para você e aplique isso ao desenvolver um conteúdo para a Internet. Como engajar a sua audiência? Quais conteúdos funcionam? Quais os canais relacionados ao seu negócio que têm mais sucesso? Fazer essa análise crítica é essencial para o sucesso da sua presença digital, independente do canal.

Antes de tudo vamos a lista de melhores banco de imagens *free*, na minha opinião 🙂

bazinga

(utilize os links abaixo para pular o texto)

    1. Banco de Imagens: como encontrar a imagem perfeita;
    2. Editores de imagens: como editar imagens e criar infográficos;
    3. Publicação de imagens: como tornar imagens amigáveis para as buscas;
    4. Promoção: formatos de imagens para as diferentes mídias.

1. Banco de Imagens: como encontrar a imagem perfeita:

Há centenas de banco de imagens gratuitos no mundo a fora, mas aqui vão algumas indicações para facilitar:

Pexels gosto muito deste site de imagens, que têm dos mais variados tipos. Mais de 1.500 imagens novas em alta resolução são adicionadas a cada mês.

Pixabay um pouco mais completo que o anterior, o Pixabay além das imagens, oferece vídeos gratuitos e vetores. Mais de 670.000 gráficos disponíveis.

Unsplash o Unsplash tem uma newsletter muito legal que você pode se inscrever para receber 10 imagens em alta a cada 10 dias.

unsplash - melhores bancos de imagens

UNSPLASH - melhores bancos de imagens

Freeimages.red muito útil para buscar imagens por categoria – mais específicas.

Deathtothestockphoto aqui você também precisa cadastrar o seu e-mail para receber as imagens mensalmente, mas vale a pena pois a curadoria é ótima, e as imagens, em alta resolução.

Wikimedia um banco de dados com mais de 32 milhões de arquivos de mídia livre para uso.

Life of Pix mais de 90 páginas de imagens em alta resolução e livres para uso. Também tem vídeos.

Gratisography este site tem imagens mais divertidas e com personalidade em alta resolução:

melhores bancos de imagens gratisograhpy

enhlin mais um site com imagens em alta resoluções gratuitas, inclusive para uso comercial.

glyphs o glyphs é um banco de imagens muito legal que possibilita a busca de imagens por cor:

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Realistic Shots banco de imagens incríveis de lugares diferentes no mundo, pessoas, natureza, tecnologia.

Há alguns bancos de imagens específicos de comidas como o Foodshot e o Foodiesfeed

E se isso não for o suficiente, há o site All The Free Stock com uma série de bancos de imagens, fontes, vetores, entre outros audiovisuais.

2. Editores de imagens: como editar imagens e criar infográficos;

Você não precisa necessariamente de um designer para desenvolver imagens para o seu blog ou mídias sociais. Há ferramentas que facilitam a edição de imagens e inclusive permitem a inclusão do seu logotipo ou textos.

Os editores que mais recomendo são o Canva e o Pablo (Buffer), que além de já terem o próprio banco de imagens, permitem várias customizações como a edição do texto, cor de fundo, logotipo, fonte.

O Canva faz diversos tipos de arquivos enquanto que o Pablo serve para redes sociais (edita as dimensões das imagens automaticamente de acordo com a rede social).

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3. Publicação de imagens: como tornar imagens amigáveis para as buscas;

Aqui vai um check list de coisas para verificar antes de publicar a imagem no seu blogpost:

  • Use uma imagem relevante que corresponda ao objetivo do seu texto
  • Escolha o nome do arquivo correto para sua imagem
  • Certifique-se de que dimensão da imagem corresponde ao tamanho de imagem publicada
  • Reduza o tamanho do arquivo para carregamento mais rápido
  • Adicione uma legenda para a digitalização mais fácil da página
  • Use o texto da imagem alt, o texto do título é opcional
  • Não quebre a linha de leitura esquerda usando uma imagem

Veja mais dicas sobre otimização de imagens para SEO neste blogpost do Yoast (em inglês).

4. Promoção: formatos de imagens para as diferentes mídias.

Outro aspecto importante na publicação de imagens é o formato para promoção. É necessário ter em mente que cada canal exige um formato diferente para publicação das imagens, que você pode conferir aqui. Para evitar complicações, utilize ferramentas com o Pablo do Buffer, mencionada acima, para divulgar as imagens no tamanho ideal.

Curadoria: há ordem no caos

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Há duas semanas iniciei estudos sobre curadoria. Em sala de aula, primeiramente discutimos duas questões: O que é curadoria? O que não é curadoria?

o que é curadoria de arte

Curadoria não é aleatório, casualidade, parcial, neutro, conservador, certeza, uma única possibilidade.

De acordo com Obrist, a curadoria não serve apenas para a arte. Ela está na AMAZON na seleção dos livros, em conferências na seleção de palestrantes, entre outras coisas – e ela se torna ainda mais necessária com o excesso de informações existentes.

Hans-Ulrich Obrist é curador de arte, crítico e historiador da arte. Ele que escreveu o livro The Interview Project – uma coleção de entrevistas realizadas com artistas – e foi o idealizador do projeto DO IT.

Para a curadoria funcionar, deve haver contexto, um link entre as partes para transmitir o seu objetivo, o seu ponto-de-vista.

Há alguns pontos fundamentais para entender a curadoria a partir das instalações artísticas:
– As primeiras experimentações modernistas foram estabelecidas por Kurt Schwitters (Merzbau – 1923) e Marcel Duchamp (6 milhas de fio – 1942):

Merzbau = Merz feitos com aquilo que seriam os restos ignorados pela sociedade após o consumo pela sociedade industrial e comercial, fazia sentido utlizar um fragmento de uma palavra para denominar a sua arte. Schwitters produzia suas pinturas e colagens com materiais encontrados no lixo – jornais, impressos, revistas em quadrinhos, etc. Seus poemas também eram construídos com “restos” de linguagem verbal – ditos populares, frases feitas, slogans, etc, sem que houvesse, no entanto, a esperada conexão lógica entre eles, a não ser em termos de gestalt. fonte: wikipedia

6 milhas de fios (Duchamp). A Instalação é uma forma de arte que utiliza a ampliação de ambientes que são transformados em cenários do tamanho de uma sala. Pintura, escultura e outros materiais são usados conjuntamente para ativar o espaço arquitetônico. O espectador participa ativamente da obra e, portanto, não se comporta somente como apreciador. Ela pode ter um caráter efêmero (só existir na hora da exposição) ou pode ser desmontada e recriada em outro local.

Condição estrutural da atualidade que coloca a Instalação no mundo contemporâneo = A ARTE CONTEMPORÂNEA NÃO PODE SER “VISTA” APENAS COM OS OLHOS. PRECISA SER “PERCEBIDA” COM TODO O CORPO DO SEU ESPECTADOR.

A arte contemporânea desafia o status quo das galerias tradicionais, fazendo com que o espectador seja também parte do movimento como um todo.

Para finalizar, gostaria de publicar um vídeos de um dos museus mais incríveis que já visitei no exterior –  Tate Modern – Londres:

RD SUMMIT

RD Summit 2015 | Overview do maior evento de marketing digital do Brasil #post1

Durante a semana passada estive no maior evento de marketing digital do país: o RD Summit. O evento aconteceu aqui em Florianópolis e reuniu mais de 3.000 pessoas de diversos setores.

Foram dois dias de imersão no marketing digital. E, além de trazer formas de usar a tecnologia e o digital no setor de marketing, mostrou faces de diferentes pessoas, e o business de uma forma muito humanizada e apaixonante: como diferentes negócios sucederam com o marketing na Internet, na era mobile, seja com o seu site ou com as redes sociais e com clientes.

Por muito tempo, trabalhei com o mais tradicional formato de marketing e comercial. A minha experiência de trabalho ‘tradicional’ apesar de me dar o know-how necessário para compreender e aplicar um setor de marketing em uma grande indústria, me deixou com alguns resquícios ruins: o principal deles é a não necessidade de comprovação do ROI – Return of Investment ou Retorno de Investimento.

Felizmente, ao participar do RD SUMMIT, pude observar uma série de idéias para aplicar um marketing mais inteligente e que – para o meu desafio e de muitos marketeiros por aí – tem como objetivo de trazer o maior ROI possível.

Foram centenas de palestras simultâneas e eu busquei acompanhar, além das palestras principais, a trilha de marketing avançado, que foi apenas uma das diversas trilhas que estavam acontecendo ao mesmo tempo.

Abaixo segue um apanhado geral do que eu vi durante o evento e espero que possa ser útil e iluminador para você como foi para mim 🙂

29 de outubro

Sujan PatelEscritor do livro 100 Days of Growth, da Forbes e ode utros veículos fodas, Sujan Patel é um dos co-fundadores do contentmarketer.io

A palestra de Sujan Patel, que abriu o RD Summit, falou sobre Growth Hacking. Alguns dos tópicos valiosos mencionados:

T-Shaped Marketer:

O novo profissional de marketing da Internet deve ter o mínimo de expertise em diferentes tópicos – inclusive saber programação – e ter um conhecimento aprofundado em um tópico específico, que será o seu diferencial. Para saber um pouco mais em como chegar lá, segue algumas referências (em inglês): Os Novos Profissionais de Marketing da Internet  MOZ: The T-shaped Web Marketer e Growth Rocks!

novo profissional marketing internet

O novo profissional de marketing da Internet ‘sabe de tudo’ um pouco e tem um conhecimento aprofundado em determinada área.

Algumas ferramentas apresentadas:

Intercom: para se comunicar com os consumidores (automação de marketing, live chat, suporte e feedback).

Optimizely: testes A/B; Otimização de páginas.

Hello Bar: uma barra para colocar CTA’s de acordo com a página visitada pelo usuário.

Visual Website Optimizer: teste A/B; Otimização.

Mais ferramentas aqui.

Um dos fundamentos do Growth Hacking é testar, testar, testar e aperfeiçoar e apostar apenas se a ideia funcionar. Uma ideia que funciona é uma ideia que traz maior percentual de conversão, por isso a necessidade de trabalhar constantemente com otimização de páginas.

Quanto ao setor de Growth Hacking em uma empresa, deve ser trabalhado de forma a refinar ideias que funcionam com dois tipos de mindsets que são opostos mas que se complementam:

DATA-DRIVEN | CREATIVE

Por fim, deve-se desenvolver uma cultura de transparência e compreender erros. Estima-se que em GH (Growth Hacking) para cada 3 fracassos, há um sucesso. Deve-se justificar os fracassos e entendê-los assim como deve-se priorizar as ações baseadas no seu impacto.

GH contribuindo para a empresa:

Vendas: free trials, garantia de 15 dias, upgrade early.

Produto: gamificação, progress bar, help wizards.

CTA (Call-to-action) UBER em destaque no topo da página.

CTA (Call-to-action) UBER em destaque no topo da página.

Customer Support: no suporte ao consumidor, o GH deve trabalhar para executar hacks para a retenção do cliente. Isso pode ser feito através de free swag packages, NPS tutorials, cartões escritos à mão e tutoriais educativos.

Sugestão para o suporte ao cliente | retenção do consumidor: escrever cartões à mão.

Customer Success: o GH deve incentiver a lealdade do cliente à marca com ambassador programas e random customer giveaways.

Development: apoiar com informações sobre a jornada de compra, landing pages e dar informações sobre o cliente (provide data!!!)

Para participar do grupo de Growth Hacking Brasil no Linkedin, clique na imagem abaixo:

Ainda, falando em marketing digital, as próximas duas palestras foram do Felipe Spina e do Gabriel Costa, ambos da Resultados Digitais. Para conferir na íntegra, você pode baixar as palestras nos links abaixo:

Felipe Spina | Como comprar mídia para empresas B2B

Gabriel Costa | Como começar a trabalhar com Growth Hacking de Verdade

Após, teve a palestra do Rafael Damasceno da SuperSonic, que falou quase que exclusivamente sobre Otimização de Conversão – CRO. Ele ainda anunciou um curso que será realizado sobre CRO e você pode se cadastrar aqui para participar. Algumas frases de impacto da apresentação:

Mude sua visão de site bonito para site eficiente. | Trate oportunidades como problemas. Cada dia com uma página ruim no ar é dinheiro jogado fora.

Em seguida ocorreram as palestras do Lincoln Murphy, da sisteenventures sobre Customer Success  e do Eric Santos, CEO da Resultados Digitais, na plenária principal.

Lincoln Murphy sobre Customer Success: esta palestra foi muito relevante por mencionar um ponto crítico nas empresas que utilizam o inbound marketing como estratégia, que é a manutenção do cliente. Para Lincoln, a venda inicial é apenas o topo de uma relação longínqua e duradoura que deve ser formada com o cliente.

Como escreve Peter Drucker, o papel das empresas está em criar e em manter os seus consumidores.

Falando em Customer Success, deve-se cruzar o potencial e as características do cliente com o que o seu produto oferece. Há encaixe técnico? Há encaixe financeiro?

Neste sentido, fica a pergunta: vale a pena vender para clientes que não tenham o encaixe / fit com o que a sua empresa está vendendo?

Mais importante ainda, deve-se considerar o Customer Lifetime Value, que é o valor que um cliente tem para a sua empresa durante um longo período de tempo.

Isso é extremamente crítico para empresas de Saas – Software as Service – pois você precisa saber o valor que o seu cliente tem para o seu negócio (durante quantos anos o seu produto será utilizado, por exemplo).

Enter the conversation already taking place in the customers mind

ROBERT COLLIER, 1937

Esta frase, apesar de ser da década de 30, é muito atual e fecha exatamente com o que organizações devem buscar que é entender o consumidor e ser conveniente, seja na venda, no suporte, até mesmo na forma de educar….. Pensar sempre no que se encaixa na realidade de cada pessoa…

O Eric Santos, um dos co-fundadores da Resultados Digitais, fez uma palestra incrível em que contou um pouco da trajetória da empresa desde que era uma startup até agora que conta com 230 funcionários, 3000 clientes e 400 parceiros. Ficou a pergunta, que permanece como desafio da RD:

Como entregar sucesso de forma consistente, previsível e escalável?

Foi uma palestra muito emocionante e honesta, pois como se sabe por vezes o inbound marketing não funciona, mas para todas as vezes que funciona, a RD tem mapeado e notado semelhanças nas formas de alcançar este sucesso. Enfim, não há fórmula mágica mas uma trajetória a ser trilhada, uma montanha a ser escalada ou um trilho a ser percorrido…

No fim, terminei a trilha de palestras de marketing avançado, assistindo ao Diego Gomes, um dos sócio-fundadores da Rockcontent e ao Henrique Carvalho do viverdeblog.com

O Diego Gomes da Rockcontent realizou a palestra Formas Efetivas e Não Convencionais de gerar mais Leads e trouxe muitos insights legais.

Já o Henrique Carvalho causou muita emoção com a sua trajetória de vida. Você pode conferir aqui a jornada dele.

A imagem abaixo resume muito do que foi falado por ele:

Imagem da Apresentação do Henrique Carvalho

 

Inovando com conhecimento e tecnologia

inovando com conhecimento e tecnologia

Dizem que vivemos em uma era de conhecimento e que, neste momento, o conhecimento é superior ao dinheiro diferente do passado, quando o capital ditava todas as regras das empresas.

Ontem em uma palestra na ACATE, organizada pelo SEBRAE-SC, sobre inovação e liderança, foi mencionado a diferença entre o Brasil e os Estados Unidos. O Brasil tem um ecossistema muito complexo, com burocracias, que não está voltado para a inovação – que pouco questiona processos – que não lança novidades; que prefere atuar com o que funcionou no passado e que é muito retroativo: aciona para não perder mas nunca para sair na frente.

Em tempos de mobilidade e tecnologia, temos que acordar para as possibilidades que aparecem por aí. Em tempos de crise, temos que buscar as alternativas: o que ninguém está olhando. Buscar as necessidades desconhecidas pelos usuários e pessoas. Need Seekers -> buscar necessidades ainda desconhecidas para entregar produtos e serviços que as pessoas não conseguiriam se imaginar sem depois de experimentarem.

A informação pode ser facilmente acessada por todos. Ignorância de certa maneira virou escolha e o olhar diferente não está mais raro: todo mundo tem liberdade para seguir o caminho que entender ser o melhor para si. Mas nesta história, ainda há de se preocupar com o coletivo – não o financiamento, nem falando de redes – mas do que cada um pode fazer pelas pessoas que estão ao seu redor: que situações posso ajudar? Que momento do dia-a-dia posso simplificar? Como posso ajudar? O que é este momento de crise? Como a crise afeta quem está ao meu redor?

Lembrando da área de TI no marketing, de poucos anos para cá surgiram muitas empresas, softwares de marketing….. Abaixo, um gráfico muito interessante sobre o cenário de tecnologia para marketing:

Cabe buscar menos na competição e mais internamente o que cada um busca fazer.

Há bastante espaço, muitas coisas a serem feitas e bom, muitos desafios e contextos limitadores… Se o desconhecido existe, cabe a nós explorá-lo.

 

 

 

O que o Teatro me ensinou

Queria ver se poderia ser atriz ou se tinha a vocação para isso. No fim das contas, descobri que não tenho vocação para a dramaturgia – de ter corpo como obra de arte. Meu corpo não é obra e com certeza minhas obras serão todas terceirizadas para outro plano que não seja eu. Este é o meu atestado de timidez.

dramaturgia - teatro

Não que eu não possa ser atriz, mas caso for, terei que me esforçar o triplo do que uma pessoa pré-disposta a ser o centro das atenções.

Foi bom eu ter feito este curso para descobrir algumas coisas… Acho que a mais importante delas, em um espaço de exposição,onde buscamos nos desprender de nós próprios para alcançarmos um estado neutro e limpo de qualquer angustia que possa nos caracterizar, e não ao personagem proposto pela peça, é que todos os seres humanos têm limitações: não gostamos de ter limitações e geralmente não enxergamos quando as temos.

Para mim, não enxergar não passa de um mecanismo de auto-defesa do ser humano para não sair da sua zona de conforto. Não queremos enxergar por que é muito mais fácil e requer menos esforço. Requer menos batalha com o ego ou com as pessoas ao nosso redor. Requer apenas que façamos as coisas do nosso jeito, como sempre aprendemos desde a infância e como sempre fomos reconhecidos.

Difícil e admirável, para mim, são aqueles que enxergam a limitação e apesar de se angustiarem em um primeiro momento, logo em seguida ou quem sabe não tão logo assim mas ainda assim buscam alternativas ou meios para tentarem ser a melhor versão de si mesmos, dando tchau para seus jeitos estranhos – aqueles que formamos sem querer ao longo da vida – e dando boas-vindas para todo tipo de comportamento que os possa levar adiante, para um mundo mais gratificante e real.

Outra coisa que aprendi é que existem três tipos de realidade para cada pessoa:

– A realidade das coisas como são;

– A realidade das coisas como acreditamos ser;

– A realidade das coisas como o outro acredita ser;

O mundo precisa de consciência do que é como é. Isso só é possível através da técnica e da consciência da realidade. A técnica por que ela guia o jeito neutro de fazer as coisas e provavelmente, o jeito ‘mais correto’ de fazê-las.

A consciência da realidade por que ela que indica se estamos seguindo a técnica. Esta consciência é extremamente difícil…

wallstreet

The American Express Card and The ‘Successful Nothings’

The American Express (Amex) commercial featuring Luciano Pavarotti was launched in 1986 and was part of the Portraits campaign that included commercials and photographs of celebrities in a more ‘down to earth’ situation (Stanfel, 2000). The commercial itself is divided in two parts: the first part shows Pavarotti leading the Columbus Day parade in New York and the second part shows a thirty-second statement in which he talks about his private life and how he sees himself:

What am I? Am I successful or am I famous? That I don’t know, I don’t care. I know that people recognize me in the streets – very good. But I have three daughters and one wife and when I am at home, I know exactly who I am. Nothing – exactly zero. But I am happy. (ILoveTobin, 2008)

The commercial ends with the voiceover: ‘Even successful nothings carry the American Express card – Maybe you Should Apply’. (ILoveTobin, 2008)

AmEx had a wide target audience (males and females, aged 18 to 54) and the media of the campaign was composed by printed ads and television commercials. One of Amex aims was to be associated with the ‘brightest ones’ (special editions of Fortune magazine in 1987 and a section of Time magazine in 1989 contained only Amex ads). Additionally mass-circulation magazines (Sports Illustrated, People, Time and Newsweek) and high-profile events such as the 1990 SuperBowl and the 1991 Grammy Awards, were the vehicles selected for running the campaign (Stanfel, 2000). Massive investments in production, including the contract of Annie Leibovitz as the official photographer of the campaign plus the diverse celebrities (Stanfel, 2000) were also part of the brand’s strategy. Amex Portraits campaign can be seen not just as a response to its competitors (Visa and Mastercard) but also as a way of influencing people to choose Amex when paying with the credit card, since this method of payment started to became more usual at the time (Stanfel, 2000). It was more about being part of Amex club, than making the financial transaction itself, as the headline was ‘membership has its privileges’ (Lane, 2007). Overall, Amex wanted to attract new consumers and reinforce their image with the existing ones (Stanfel, 2000).

The idea for American Express to launch Its credit card was actually an insight from Lester Wunderman as he said in an interview for Alan Levy (2010), he thought about the creation of a product that would make people carry money otherwise they would not. Even though the business idea came from Wunderman, Amex’s advertising account was later won by Ogilvy and Mather, which became a part of WPP, as advertising campaigns and corporations started to think globally. Specifically, in the eighties, corporations started to demand global services from their agencies which resulted in networks of agencies throughout the world and the emergence of international media conglomerates – for instance, when WPP bought Amex’s agency, Ogilvy and Mather – The merge of agencies meant more revenue and therefore, a way of attracting new clients in a sluggish market (Leiss et al., 1997, p. 167). This also meant the incorporation of different communication services, marking the transition of advertising companies to communication companies (Leiss et al., 1997, p. 169). While the campaign was running, Amex was Ogilvy’s biggest client with an annual advertising spending total of 60 million dollars, according to Elliot (1991).

In a socio-cultural context, by the same period Amex’s campaign started, another important fact happened in the United States: The calamitous stock market crash of mid-October 1987, which was followed by the premier of Wall Street, a movie that touched upon important historical themes, including the reformulation of the American Dream in an age of hyper materialism and postmodern technology (Arsenault, 1998, p. 20). The Wall Street movie represents the Portraits campaign timeframe and also reflects how power is organized within capitalism. In the movie, there are only two characters that could truly influence the destiny of the economical outcome – Sir Larry Wilderman and Gordon Gekko, who later, says: ‘I create nothing, I own. We make the rules, pal. The news, war, peace, famine, upheaval, the price of the paper clip… Now, you’re not naive enough to think we live in a democracy are you, buddy? It’s the free market – are you with me?’  This quote is a reminder of the organization of power, in a society of capitalism, where the amount of influence is often related to the quantity of money. It depicts the importance of the private sector, as governmental decisions were made in order to help the private sector, such as deregulation, cooperating for a free market. This latter is relevant because a credit card is related to capitalism as it is a representation of money and is key for consuming goods and services as a safe and practical method of payment. The meaning of a ‘safe and practical method of payment’ is negatively changed accordingly to psychological and social context.

More broadly, looking at the marketplace as a cultural system, an institution that uses cultural symbols to shape our lives and material objects as intermediaries in social interactions as well as social distinctionaires (Leiss et al., 1997), and that part of the utility of goods is not “at proving but in sharing names that have been learned and graded” (Douglas and Isherwood, 1979, p.52), the role of the AmEx credit card is to make the consumer a part of a membership society of celebrities such as Pavarotti, but it does not actually make the consumer one of them. As in the movie Wall Street, Bud Fox is the perfect example for this controversy as he has an AmEx’s credit card – even though he does not have any money and is full of debts. However, his situation does not underestimate his social expression when using the card, because, for others, regardless of the truth, he is still a member of the AmEx club.

Thus, by looking at the market society as a masked ball, not only we are able to disguise ourselves with consuming but we can choose the way of doing it accordingly to what appeals best our needs (Leiss et al., 1997, p. 325-326). Persuasion techniques influence us to think or do things that we would not usually do. However, Cortese (2004, p. 13) suggests that advertising should be looked as a discourse about cultural objects, which reflects beliefs, values and ideologies of consumers who participate in their own manipulation. To choose Amex corresponded to Bud Fox (Wall Street character played by Charlie Sheen) desires of succeeding financially and professionally in life. Therefore, is his desire for a determined lifestyle that made him buy the product, which in reality, is just a different method of payment and does not change the person he is.

Although advertising induces to self-criticism and anxieties about personal appearance or social success through unattainable and exclusionary depictions (MacRury, 2009, p. 166), we should look further into a psyco-social perspective, whereas ‘psychoanalysis … as a ‘key’ to understanding and dealing with such complex hidden or ‘unconscious’ conflict and motivation’ (MacRury, 2008, p.258). More specifically, we will see how the ad mediates the relation between the audience and its desires by using different approaches from looking at the product as a sacred object (Jantzen and Ostergaard, 1998), the etimology of narcissism so it is possible to make connections between the narcissistic personality and certain patterns of contemporary culture such as individualism (Lasch, 1979), exclusionary lifestyle (MacRury, 2009, p. 175) and the use of nostalgia (Powell, 2011).

Firstly, the Amex credit card utilitarian purpose is ‘masked’ by symbolic meanings such as membership and status. As part of the Amex club, it is possible for members to progress and get differentiated credit cards such as the platinum card, which is made of titanium and not only carries heavier weight than others cards, but also projects wealth and success (Joyce, 2013). Particularly in Amex commercial, the celebrity (Luciano Pavarotti) is presented for the person he is and not for the usual stereotype he represents. The cultural ascribed quality of a sacred object is what makes it special if compared to ordinary objects and its consumption is connected to a behaviour against conformity of mundane existence, boredom in society or the indifference of routine actions   (Jantzen and Ostergaard, 1998, P. 133). By changing the usual method celebrities are presented, Amex creates yearning and desire for the product. Thus, Amex uses the expression ‘successful nothing’ as a way to connect the consumer with the product by being able to relate to the celebrity in the same level he relates to himself.

Luciano Pavarotti also authenticates the simplicity of real life. In this case, is more about using ‘ordinariness to grab attention’ (MacRury, 2009, p. 175) and less about ‘utopian banalisation of everyday life’ (MacRury, 2009, p. 175). None of the commercials of Amex cite the name of the celebrities as this was stated by Ogilvy (1995, p. 103) to give an element of mystery to the campaign. In fact, not stating the name of the celebrity gives more consistency to the message, because the audience still recognize who is in the commercial without Amex promoting the fact they are paying for the celebrity to use their name. As Lasch (1979, p. 47) says, ‘power lies in the eye of the beholder’. The strategy is simple because there are no special effects or lifestyle banalisation – Luciano Pavarotti uses the Amex and gives a small testimonial about his life. He also does not mention Amex in the commercial.

Nevertheless, Luciano Pavarotti’s lifestyle is not as simple as is shown in the commercial. From this point of view, advertising normalizes unattainable or exclusionary lifestyles inducing behaviours such as self-criticism, anxieties about personal appearance or social success (MacRury, 2009, p. 167). Actually the latter can bring an internal conflict as the individual concerns little for the self and searches more for social acceptance. American culture is intrinsically involved with individualism, as Americans believe ‘anything that would violate our right to think for ourselves [Americans]… is not morally wrong, it is sacrilegious’ (Bellah et al, 1985, p. 142), and as stated by Leiss et al (1997, p.338) about the narcissistic phase ‘consumers were encouraged to consider what the product could do for them, personally and selfishly’. The concept of narcissism can also be seen as a result of the fact people usually do not deal with their own anxieties by containment, but by denying or displacing the anxiety through consumption (Richards et al., 2000). The search for success in the world of appearances can be illusory and is often stereotyped. In a subtle way, the commercial itself is contradictory because the way Luciano Pavarotti is depicted is not the way he lives in reality, but is a way that the consumer can relate to. He is not shown as a successful or talented person, but the consumer knows he carries success and is talented.

Another ‘reminder’ of Pavarotti’s success is the first part of the commercial where the viewer is transported back to the past to the Columbus Day parade in New York, and therefore can make a connection between his love for his country and the admiration his country carries for Pavarotti.  Thus, ‘Nostalgia… has become a potent mechanism within culture whereby a sense of continuity between past and present can be constructed, especially if this serves to enhance a brand’s positioning in the consumer’s mind’ (Powell, 2011, p. 138). Amex revives a moment through media in connection with the testimonial not only to ‘look backwards’ but also to show the affection between Pavarotti and USA.

To conclude……

Reference List

Arsenault, R. (1998) ‘Wall Street (1987): The Stockbroker’s Son and the Decade of Greed’, Film & History, Volume 28, pp. 16-27, Project Muse [Online]. Available at: muse.jhu.edu/journals/flm/summary/v028/28.1-2.arsenault.html (Accessed: 17 April 2013)

Cortese, A.J. (2004) Provocateur: Images of Women and Minorities in Advertising. NY: Rowan & Littlefield, pp. 1-22.

Douglas, M. and Isherwood, B. (1979) The World of Goods: Towards Anthropology of Consumption. London: Routledge.

Elliot, Stuart (1991) ‘The Media Business: Advertising; American Express Demotes Ogilvy’, The New York Times, November [Online]. Available at: http://www.nytimes.com/1991/11/08/business/the-media-business-advertising-american-express-demotes-ogilvy.html (Accessed: 17 April 2013).

ILoveTobin (2008) Luciano Pavarotti – American Express Commercial. Available at: http://www.youtube.com/watch?v=xCnjLYSiac8 (Accessed: 17 April 2013).

Jantzen, C. and Ostergaard, P. (1998) ‘The Rationality of ‘Irrational’ Behaviour’, in Brown, S., Doherty, A.M and Clarke, B. (ed.) Romancing the Market. London and NY: Routledge, chapter 7.

Lasch, C. (1979) The Culture of Narcissism: American Life in an Age of Diminishing Expectations. New York: Norton, pp. 33-50.

Leiss, W., Kline, S. and Jhally, S. (1997) Social Communication in Advertising. London: Routledge.

MacRury, I. (2009) Advertising. London, NY: Rouledge, chapter 5.

Ogilvy, D. (1995) Ogilvy on advertising. London: Prion, pp. 103-109.

Powell, H. (2011) ‘The Affect of Looking Backward: An Analysis of the Emotional Labour of Advertising in times of Recession’. Psychoanalysis and Culture, Media, Groups, Politics. No 62, September.

Richards, B., MacRury, I. and Botterill, J. (2000) The Dynamics of Advertising. Reading: Harwood Academic, chapter 6.

Stanfel, R. (2000) ‘American Express Company: Portraits Campaign (1987-1991)’, Encyclopedia of Major Marketing Campaigns, Volume 1, pp. 44-50, WARC [Online]. Available at: warc.com (Accessed: 17 April 2013)

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A era do marketing ‘sob demanda’: revisando algumas teorias

Em um sentido geral, entende-se por marketing um conjunto de atividades que ligam empresa e cliente através do ato de troca em que ambos os lados saiam satisfeitos (GABRIEL; BEKIN; OGDEN; LUPETI), e de acordo com Bekin (2003), a troca precisa ser de natureza recíproca para que o relacionamento entre ambas as partes se mantenha. Assim, o marketing como atividade humana consegue satisfazer as necessidades e desejos do público-alvo. Gabriel (2010, P. 30) escreve que a necessidade é uma característica essencial e comum do ser humano enquanto que o desejo varia e é moldado pela sociedade e cultura em que se vive. Invariavelmente é uma tarefa complexa, pois, segundo Lupetti (2006, p.6), faz parte da gestão estratégica da organização, tendo a função de interligar e integrar todos os processos da empresa: as ações e tomada de decisão devem ser pensadas de forma sistemática, ou seja, levando em conta os objetivos da organização como um todo e não divida em partes.

A missão, visão e valores da organização por sua vez, conforme Kotler (2010) escreve, devem buscar necessidades de justiça social, econômica e ambiental, pois as pessoas estão buscando não apenas a satisfação funcional e emocional, mas também espiritual nos produtos ou serviços que consomem. Para Kotler (2010), trata-se de um era voltada para valores em que as práticas de marketing são influenciadas pelas mudanças de comportamento e atitudes do consumidor: “as marcas pertencem aos consumidores. A missão da marca agora passa a ser missão deles. O que as empresas podem fazer é alinhar suas ações com a missão da marca” (KOTLER, 2010 p. 59). Ainda, Kotler (2010, p. 40) afirma que somente através da diferenciação é que a marca conseguirá provar que concretiza as suas promessas e atestar a sua verdadeira integridade.
Quando inserimos o marketing no ambiente digital não há apenas mais ferramentas de comunicação disponíveis, mas também aumenta muito a quantidade de informações que uma empresa ou marca tem acesso de seus consumidores. A diferenciação (ou o que faz da marca a decisão final do cliente) pertence às empresas que sabem o que fazer com as informações que coletam de seus consumidores e como praticarão estas ações. No século passado, as pessoas eram obrigadas a consumir os poucos produtos e serviços disponíveis. Atualmente, com a Internet, o cenário inverte, pois o acesso à informação é muito mais fácil e também as reclamações que antes se limitavam ao conhecimento de algumas pessoas, hoje se replicam para milhares de pessoas, através de sites, redes sociais e fóruns especializados. As empresas devem buscar cada vez mais estratégias digitais de marketing, pois precisam monitorar o que está sendo comentado sobre elas e também precisam gerar ações que gerem impactos positivos no ambiente digital e fora deste.

Atualmente, o público-alvo não é apenas alvo, mas é mídia e gerador de mídia. Para Gabriel (2010), o relacionamento é fator crítico no marketing digital: o marketing de relacionamento tem como objetivo a conquista e a conversão do público em relação à marca e empresa em todas as fases do relacionamento (conscientização, consideração, conversão e pós-venda). Aqui cabe questionar como motivar as pessoas a interagirem e escreverem sobre uma marca: uma experiência positiva em uma loja pode gerar um comentário positivo nas redes sociais, por exemplo, assim como um serviço de pós-venda mal planejado pode gerar uma crítica em sites de reclamação. Todas as fases do relacionamento, não necessariamente envolvidas com o meio digital, precisam ser pensadas. O objetivo deve ser que consumidores gerem a maior quantidade de mídia digital positiva possível (além das discussões geradas por campanhas controversas que nem sempre geram mídia positiva, mas ajudam a fortalecer o posicionamento de marcas que buscam este tipo de caracterização).

Para Dahlström e Edelman (2013), o marketing vai se tornar ‘sob demanda’ com a evolução da tecnologia e das expectativas do consumidor: “tecnologias de busca tornaram informações sobre o produto onipresentes; a mídia social encoraja os consumidores a compartilhar, comparar e avaliar experiências; e dispositivos móveis adicionam uma dimensão de onde quer que esteja para o ambiente digital”. Neste mesmo artigo é descrito que as demandas do consumidor digital crescerão em quatro áreas:

Now: Consumidores irão interagir em qualquer lugar e a qualquer hora;
Can I: Eles vão querer que os diferentes tipos de informações suas disponíveis (desde saldos de contas bancárias até dados resultantes das suas atividades físicas) sejam utilizadas de forma mais efetiva, de um jeito que crie valor para eles.
For me: Eles vão esperar que todas as informações guardadas sobre eles serão usadas para atingir precisamente suas necessidades ou para personalizar suas experiências.
Simply: Eles vão esperar que todas as interações sejam fáceis.

Neste cenário, a tecnologia se torna aliada do marketing para coletar informações sobre o consumidor e também organizá-las de forma possível que possam ser usadas para a criação de estratégias de marketing. Todas estas demandas do consumidor digital são impulsionadas pela mobilidade. As pessoas se tornam mais valorizadas dentro das empresas como nunca, pois por mais informações que uma máquina possa guardar ou compreender, somente o ser humano é capaz de utilizar as informações de forma criativa que crie valor para as organizações.

Na visão de Kotler (2009) o marketing digital tem ao menos 5 vantagens competitivas em relação ao marketing off-line: tanto grandes como pequenas empresas podem enfrentar seus custos; não há limite real de espaço para propaganda, em contraste com as mídias tradicionais; o acesso e a recuperação das informações são rápidos; as informações ficam disponíveis globalmente, 24 horas por dia, sete dias por semana; as negociações podem ser feitas com privacidade e rapidez.

Quando inserimos o marketing no ambiente digital, a criatividade realmente é mais relevante do que o aspecto financeiro. Vídeos de pouquíssimo investimento com milhões de views, páginas em redes sociais e blogs criados por pessoas anônimas que conseguem atingir milhares de seguidores. Percebo isto como um fenômeno novo que depende muito do espírito empreendedor das marcas e empresas buscarem na tentativa de erro e acerto, achar uma solução para este novo ambiente interativo e para o consumidor digital. É o marketing em que as marcas precisam despertar o interesse de seus consumidores através de estratégias que sejam relevantes para eles e que desta forma possam ser ‘espalhadas pela rede’, seja através de compartilhamentos de links ou da própria discussão de conteúdos da marca que venham a ser criados por usuários da rede.

De acordo com Vaz (2008), há oito etapas fundamentais para a realização do marketing digital: a pesquisa (público-alvo, palavras-chaves); o projeto (elaboração da estratégia de acordo com o que foi levantado na pesquisa); a produção (execução do projeto); a publicação (colocação do projeto no ar); a promoção (hotsites promocionais, links patrocinados, entre outros); propagação (redes sociais, fóruns, blogs), a personificação (trabalho feito com clientes já existentes através de redes sociais, ações inovadoras e promoções); a precisão (último P, portanto trata-se da mensuração de resultados para verificar o que foi atingido e buscar dados para as próximas ações). Para Vaz (2008) o processo do marketing digital é contínuo: com os dados de consumidores da última ação e dos resultados da campanha abre-se um novo projeto ainda mais específico para o seu público-alvo.
Gabriel (2010) ilustra os 4 Ps do marketing dentro do contexto digital para mostrar que, para o profissional de marketing o que muda com o surgimento do ambiente digital é o aumento de possibilidades dentro da estratégia de comunicação. Importante mencionar a maior mudança que surge com o digital é o fator de que o profissional de marketing já não controla a comunicação e o caminho entre publicidade e consumidor (IAB, 2008). Plataformas e tecnologias existentes são o que devem ser consideradas pelo profissional de marketing ao promover um campanha digital ou não, de acordo com Gabriel (2010, p. 105):
Quando nos referimos a mobile marketing, marketing de busca, marketing em redes sociais, marketing de relacionamento, estamos nos referindo a todas as ações estratégicas dessas mobilidades enfocadas na especificidade mobile, search, social media, relacionamento. Assim, marketing digital não existe, o que existe é marketing e o seu planejamento estratégico é que determinará que plataformas ou tecnologias serão usadas – digitais ou não.

Gabriel (2010, p.104) defende que como a sociedade, o mercado e o consumidor mudaram, o marketing também precisa mudar, levando em consideração as novas ferramentas e plataformas de ação que com ele se tornaram disponíveis: “No ambiente digital de marketing, podemos enumerar diversas tecnologias e plataformas digitais que podem originar estratégias digitais de marketing” (Gabriel, 2010, p. 107).

Para Gabriel (2010), plataformas ou tecnologias digitais são: páginas digitais, e-mail, realidades mistas, tecnologias mobiles (os aplicativos, por exemplo), plataformas digitais e redes sociais, plataformas digitais de busca, games e entretenimento digital, tecnologias inteligentes de voz, vídeo, TV digital e vídeo imersivo. Já por estratégias digitais de marketing, compreende-se: presença digital, e-mail marketing, mobile marketing, SMM e SMO, SEM e SEO. Serão aprofundadas as últimas seis estratégias, de acordo com Gabriel (2010):

O mobile marketing engloba qualquer ação de marketing que utilize a plataforma ou tecnologia móvel. É importante ressaltar que nos dispositivos móveis, como smartphones e tablets, são utilizados em maior escala os aplicativos do que o navegador. Por isso, a necessidade de buscar soluções para marcas com aplicativos (seja através de apps já existentes como Instagram, Tumblr, Facebook, Whatsapp ou através da criação do próprio aplicativo). De fato, isso não significa que deva ser esquecida a navegação do site de uma marca no navegador mobile. Na construção de um site, é relevante pensar antes na abertura deste através do dispositivo móvel e depois, no desktop.

SMM (Social Media Marketing), ou marketing em redes sociais é o processo de promover a marca nas redes e mídias sociais. SMO (Social Media Optimization) são os esforços feitos pela marca para que seu site seja divulgado nas redes sociais. SMM é essencial para a marca ganhar visibilidade no meio digital através de ações como a publicação de vídeos no Youtube, participação em comunidades online. O resultado do marketing em redes sociais está diretamente ligado ao interesse do público-alvo ao conteúdo da marca, ou seja, o conhecimento dos interesses do público-alvo é chave. SEM (Search Engine Marketing), ou marketing de busca é o processo que usa sites de busca para promover um determinado website. Isso é feito através da Search-Engine Optimization (SEO) que engloba todas as técnicas envolvidas na manipulação do conteúdo e estrutura das páginas do website, de forma a melhorar o posicionamento delas na busca orgânica. As técnicas de SEO dependem intrinsecamente das palavras-chave escolhidas para otimizar o posicionamento do site na busca e o seu índice de relevância.

Torres (2009), Vaz (2008) e Gabriel (2010) utilizam dentro do digital, o formato estratégico do marketing, ou seja, é imperativo compreender o funcionamento do marketing dentro da pequena, média ou grande empresa, seu público-alvo, o plano estratégico administrativo para fazer ações de marketing digital. Uma ação separada do contexto da empresa ou marca não funcionará da mesma forma que uma ação integrada. A integração de dados, informações da empresa, do público-alvo, objetivos da campanha da marca, são todas categorias que devem ser analisadas antes da implementação de uma estratégia digital. Por isso, a necessidade do endomarketing e da comunicação interna bem trabalhadas, pois uma ação de marketing não funciona como um remédio para as ações internas, mas como uma consequência delas.